Ordem espera há um ano por contratação de nutricionistas para escolas 0 40

Há um ano a ON propôs ao Ministério da Educação a contratação de 30 nutricionistas para integrarem a Direção-Geral da Educação e as escolas. A bastonária diz não ter tido «nenhuma resposta formal sobre o assunto».

A proposta para a contratação previa duas frentes de ação, um «individual e outro ambiental», como é explicado pela Bastonária. Por um lado, propôs-se o trabalho de cinco nutricionistas com a Direcção-Geral da Educação no estabelecimento de regras para a oferta alimentar nas escolas, por outro mais 25 profissionais a integrarem as equipas regionais de fiscalização, fazendo ponte com escolas e autarquias. Numa notícia no jornal “Público”, lê-Ordem espera há um ano contração de nutricionistas para escolas.

Há um ano a Ordem dos Nutricionistas propôs ao Ministério da Educação a contratação de 30 nutricionistas para integrarem a Direção-Geral da Educação e as escolas. A bastonária diz não ter tido «nenhuma resposta formal sobre o assunto».

A proposta para a contratação previa duas frentes de ação, um «individual e outro ambiental», como é explicado pela Bastonária. Por um lado, propôs-se o trabalho de cinco nutricionistas com a Direcção-Geral da Educação no estabelecimento de regras para a oferta alimentar nas escolas, por outro mais 25 profissionais a integrarem as equipas regionais de fiscalização, fazendo ponte com escolas e autarquias. Numa notícia no jornal “Público”, lê-se que «estes nutricionistas teriam a seu cargo aumentar os conhecimentos de toda a comunidade escolar no que diz respeito à alimentação saudável e trabalhar na melhoria do ambiente alimentar da escola», refere a bastonária dos nutricionistas.

Quanto às normas já existentes, Alexandra Bento considera «boas» mas passíveis de serem melhoradas, alertando para alguns sinais do seu não cumprimento, como a aquisição para as escolas de «alguns dos alimentos que são da lista dos alimentos a não disponibilizar estão a ser adquiridos, como as gomas e outras doçarias». Nos refeitórios, aponta falhas como o uso de sal em excesso e a «desadequação da quantidade necessária». Ainda a nível comportamental das próprias crianças (exclusão de alimentos hortícolas, fruta ou sopa), reforça que «para alterarmos esta questão precisamos de trabalhar os conhecimentos, os comportamentos e as atitudes das crianças».

A proposta estimava que o investimento da contratação de 30 nutricionistas seria de 617 mil euros por ano. O equivalente a «cerca de 0,35% do valor previsto para a adjudicação do fornecimento das refeições confecionadas em refeitórios escolares», contextualiza.

A Bastonária nega a ideia de haver nutricionistas nas escolas públicas: “Em concreto há um nutricionista na Direcção-Geral da Educação, que está a coordenar a produção de normativos, e uma nutricionista na Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares da Direção Regional Centro. Não há mais».

À fonte, o Ministério da Educação garante que tem especialistas ao serviço da orientação e monitorização das refeições. Também refere haver nutricionistas nas empresas que servem as refeições às escolas, e que tem a intenção de contratar nutricionistas, afirmando que «tem mantido uma postura de abertura e diálogo» com a Ordem.

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