Estudos mostram benefícios do jejum intermitente 16558

No passado mês de dezembro um artigo científico, publicado no jornal científico The New England Journal of Medicine, veio defender os benefícios para a saúde do jejum intermitente.

O artigo de Mark Mattson, professor e neurocientista da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos divide o jejum intermitente em duas vertentes: uma em que só é permitido comer entre seis a oito horas por dia e a outra conhecida por 5:2 em que a pessoa come normalmente por cinco dias e nos outros dois dias come somente uma única refeição pouco calórica, praticando o jejum nas restantes horas.

Para o cientista, este tipo de dieta traz benefícios, todos eles comprovados por estudos realizados.

Um dos mais relevantes é a melhoria no funcionamento das células. O especialista garante que tal ocorre porque ao estarmos em jejum as células acabam por ter que ir buscar energia na forma de açúcar, o que significa que os microorganismos celulares convertem gordura em energia, o que por sua vez contribui para acelerar o processo de emagrecimento, equilibra os níveis de açúcar no sangue e diminui a inflamação do organismo.

O neurocientista apontou ainda que quatro estudos revistos por si detetaram provas de que o jejum intermitente diminui a pressão arterial, os índices de gordura no sangue e ajuda a desacelerar a frequência cardíaca em períodos de descanso.

Apesar de outros estudos desaconselharem este tipo de dieta, Mark Mattson estuda este tipo de dieta há 25 anos, e há 20 que segue este regime.

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