Retrospetiva: As opiniões mais lidas em 2025 2375

Com o término do ano, é altura de revelarmos as 10 opiniões mais lidas ao longo dos últimos 12 meses no portal da VIVER SAUDÁVEL (VS), depois de já o termos feito relativamente aos 10 artigos com maior alcance em 2025.

Da atualização científica às reflexões especiais que celebram o 10.º aniversário da VS, sem esquecer os temas que marcam a atualidade, estes foram os 10 textos de opinião que mais chegaram aos nutricionistas.

10.º – Elsa Vasco, Luísa Oliveira e Paulo Fernandes

“O sistema MONITADITIVOS, implementado pelo INSA, permite estimar a ingestão diária dos aditivos alimentares, combinando dados de consumo alimentar da população com dados de teor de cada aditivo por género alimentício, de modo a avaliar o risco associado à ingestão, por comparação com a DDA”.

Monitorização da ingestão de aditivos alimentares em Portugal

9.º – Helena Ávila 

“A alimentação coletiva constitui, historicamente, e continuará a integrar no futuro, uma área de elevada relevância para as Ciências da Nutrição e para a profissão de nutricionista em Portugal. Considerando a amplitude de atuação e o nível de especialização e competência técnica que caracterizam o nutricionista em alimentação colectiva, pode afirmar-se que poucos países dispõem de uma diferenciação profissional equivalente, particularmente no que respeita a uma área de tão expressivo impacto na saúde como é o consumo alimentar fora de casa”.

De que falamos quando falamos de alimentação colectiva, incluindo um pensamento para o futuro

8.º – Pedro Queiroz 

“A indústria alimentar e das bebidas tem demostrado, por diversas vezes, uma vocação colaborativa com as políticas públicas. Tem dinamizado e apoiado um conjunto de iniciativas que acabaram enaltecidas pelos governos, nomeadamente o recente plano de reformulação nutricional que atingiu os objetivos a que se propôs. Desta vez foi surpreendida por uma iniciativa que dispensa mais palavras. Haja bom senso!”.

DGS troca informação por confusão

7.º – Marta P. Silvestre 

“Com base na nova definição, o diagnóstico de obesidade requer medidas antropométricas adicionais e avaliação da composição corporal, com foco na distribuição da gordura. No entanto, nem sempre estão disponíveis os recursos (e tempo) necessários para concretizar esta avaliação (exemplo: equipamentos de avaliação da composição corporal como DeXA ou Bioimpedância multifrequência), sobretudo nos cuidados de saúde primários – o primeiro ponto de contacto com a pessoa com obesidade, no contexto dos quais o diagnóstico deveria ser realizado”.

Classificação da Obesidade: Relevância para a prática clínica

6.º – Rodrigo Abreu 

“Nunca é demais alertar os nutricionistas para uma adequada ponderação das situações em que faz sentido, e é adequado, usar o telemóvel em consulta. Numa época em que tudo é conteúdo, a tentação de pegar no telemóvel e gravar/partilhar pode ser grande. Mas para o nosso próprio bem, é fundamental treinar o contrário: manter o telemóvel no bolso e ter o cérebro sempre à mão!”.

Telemóvel na mão, cérebro no bolso

5.º – Ricardo Assunção

“Num tempo em que os limites planetários são ultrapassados e os sistemas de saúde estão sob crescente pressão, escolher melhor o que comemos é um investimento na nossa saúde, no futuro das próximas gerações e na saúde do planeta”.

Escolher o que comemos é também escolher o futuro do planeta

4.º – Vanessa Gonçalves, Diana Teixeira e Diogo Pestana 

“Considerando o risco-benefício do consumo de peixe, é fundamental que a comunicação sobre a exposição ao mercúrio seja clara e equilibrada […] Mais do que nunca, a população procura saber mais sobre a sua saúde e nós, como profissionais de saúde, temos a missão de ajudá-los a encontrar o equilíbrio para uma alimentação saudável e segura”.

Mercúrio na infância: O equilíbrio entre nutrição e segurança alimentar

3.º – Rodrigo Abreu 

“Dez anos é muito tempo, mas olhando para trás e imaginando tudo o que ainda temos pela frente, é legítimo esperar que esta tenha sido apenas a primeira de muitas décadas na companhia da VIVER SAUDÁVEL! Parabéns à VS e a todos os que, mês após mês, ano após ano, a tornam possível!”.

“Dez anos é muito tempo”!

2.º – Ana Leonor Perdigão

“A última década demonstrou que investir em conhecimento nutricional é investir em inovação, competitividade e propósito. As empresas que integram nutricionistas nas suas equipas ganham não só em rigor técnico, mas também em capacidade de adaptação às exigências do mercado e às orientações de saúde pública”.

Da ciência à solução: o nutricionista na indústria alimentar

1.º – Roberto Brazão

“Existem no mercado português muitos produtos dirigidos a crianças que são verdadeiros “alimentos com capas de super-heróis” mas que escondem um perfil nutricional desadequado. É, assim, urgente a implementação de políticas públicas de saúde mais eficazes, capazes de proteger e garantir a saúde e bem-estar das nossas crianças”.