Covid-19: OMS reforça que comida não é fonte de contágio 380

Após o jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC) ter anunciado que foi encontrado SARS-Cov-2 em asas de frango congeladas importadas do Brasil, a Organização Mundial de Saúde (OMS) veio anunciar que as pessoas “não devem recear a comida ou as embalagens de comida” como fontes de contágio de covid-19, apesar de vestígios encontrados.

Em conferência de imprensa, o diretor executivo do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan, veio indicar que “não há provas de que os alimentos ou a cadeia alimentar estejam a participar na transmissão deste vírus”.

Michael Ryan sublinhou ainda que é importante “não se descartar provas científicas”, mas que é “igualmente importante que as pessoas possam continuar a viver sem medo”, reiterando que não há qualquer indicação científica de transmissão do novo coronavírus através de alimentos.

Já Maria van Kerkhove, a principal responsável técnica da OMS no combate à covid-19, explicou que a China “testou cerca de cem mil embalagens” de comida à procura do novo coronavírus, mas que só o encontrou em “menos de dez”.

“Sabemos que o vírus pode permanecer em superfícies durante algum tempo, mas pode ser inativado lavando as mãos ou usando uma solução à base de álcool”, por isso, a OMS emitiu orientações para os trabalhadores de instalações fabris de processamento de alimentos para evitar transmissões.

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