Como se precaver das consequências das intolerâncias e alergias alimentares 1850

Os sintomas de uma reação alérgica podem variar de moderados a graves. A sintomatologia pode ser apenas uma pequena comichão, erupção cutânea ou pode resultar em vómitos, diarreia e até anafilaxia. De qualquer das formas, saber identificar quais os produtos que o fazem ter estas reações é fulcral para a sua segurança alimentar. Na terceira edição da campanha #EUChooseSafeFood, a ASAE, em conjunto com a EFSA, explica o que pode fazer.

“A única forma de evitar ficar doente pela ingestão de algum alimento que não tolera ou a que é alérgico passa por evitar esse mesmo alimento. Para que não corra riscos, é necessário olhar atentamente para os rótulos de cada produto que compra, pois só assim ficará a saber se é para si seguro”, refere um comunicado.

Na União Europeia existem 14 alergénios rotulados. As várias alergias e intolerâncias decorrem de produtos com glúten, leite, ovos, frutos secos, amendoins, soja, peixe, crustáceos, molúsculos, aipo, tremoço, sésamo, mostarda e sulfitos.

E continua a nota: “Saiba ainda que 75% das reações alérgicas nas crianças são causadas por ovos, amendoins, leite de vaca, peixe e frutos secos. Já nos adultos, 50% têm causa nos frutos do grupo látex e da família Rosaceae (mamão, figo, banana, kiwi, maçã, pera, cerejas e outros), em vegetais da família Apiaceae (aipo, cenouras e ervas aromáticas)”.

“A literacia alimentar convoca-nos para leitura atenta dos rótulos, uma vez que neles encontramos a informação necessária para fazer escolhas informadas e em segurança, em especial quem sofre de intolerâncias ou alergias alimentares. É, por isso, importante identificar mais facilmente os ingredientes alergénios na rotulagem para poder descartar o consumo e evitar o risco de uma eventual reação indesejada”, refere Filipa Melo de Vasconcelos, subinspetora-geral da ASAE.

Envie este conteúdo a outra pessoa