Suspeita de intoxicação alimentar levou 47 alunos aos centros de saúde no Pico 125

Um total de 47 jovens e crianças, deram entrada, na quinta-feira, nos centros de saúde de São Roque e da Madalena do Pico, nos Açores, por alegada intoxicação alimentar, mas nenhuma necessitou de internamento, adiantou hoje fonte hospitalar.

A presidente da Unidade de Saúde da Ilha do Pico (USIP), Cátia Salvador, explicou à agência Lusa que os jovens e crianças, entre os 5 e os 22 anos, recorreram, entre a tarde de quinta-feira e a meia-noite, aos centros de saúde “com sintomas gastrointestinais que poderão indiciar uma intoxicação alimentar”.

Cátia Salvador explicou que foram atendidos nos centros de saúde de São Roque e da Madalena do Pico, indicando que os casos dizem respeito, na sua maioria, a alunos da Escola Básica e Secundária de São Roque, que almoçaram na cantina do estabelecimento de ensino.

A responsável referiu ainda que três dos casos “ficaram em observação durante a noite, por precaução”.

“Ainda estão em observação dois casos, mas que deverão ter alta em breve. Nenhum dos casos necessitou de internamento hospitalar”, acrescentou Cátia Salvador.

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Contactada pela Lusa, a vice-presidente da Escola Básica e Secundária de São Roque, Sílvia Machado, explicou que os primeiros casos surgiram após o almoço de quinta-feira.

Começámos a ter vários alunos com sintomas de vómitos e má disposição e entrámos em contacto com o delegado de saúde para saber quais os procedimentos a adotar”, relatou.

A responsável adiantou que os encarregados de educação foram também contactados e os alunos encaminhados para os centros de saúde.

A escola informou também a empresa fornecedora das refeições, que se “manifestou disponível para colaborar na investigação“.

“Foi guardada a amostra da refeição, como é obrigatório por lei, e será encaminhada para análises”, acrescentou Sílvia Machado, informando que a escola está “a funcionar normalmente”.

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Estão reunidas as condições para o regular funcionamento e temos estado em articulação com a empresa que fornece as refeições”, afirmou Sílvia Machado.