Michael Page divulga resultados do estudo “A Saúde Mental Laboral nas Organizações” 245

Um estudo realizado pela Flexsaúde e a Stunning Capacity, em colaboração com a Michael Page, em dezembro de 2020, indica que deverá haver maior investimento e responsabilidade por parte das empresas, a par com uma estratégia integrada para a saúde mental.

O estudo visou avaliar o bem-estar e a saúde mental laboral nas organizações portuguesas, tendo em conta dimensões como o estado atual da saúde mental, os objetivos das organizações e as soluções e recursos que têm ao seu dispor.

Como principais conclusões, destacam-se a responsabilidade atribuída às organizações na otimização da saúde mental dos seus colaboradores, a falta de uma estratégia integrada de implementação de iniciativas de saúde mental e a necessidade de investimento nas diferentes fases da saúde mental por parte das empresas. O estudo revela ainda que o capital humano e os recursos imateriais como o tempo, são os mais importantes para essa gestão.

Joana Barros, Senior Marketing Executive da Michael Page, refere: “A saúde mental deve ser uma prioridade para as empresas e os seus gestores. Os líderes têm uma responsabilidade pessoal pela sua equipa e o seu bem-estar, e desempenham um papel importante na criação de um ambiente onde a saúde mental dos colaboradores seja uma prioridade e as pessoas possam partilhar as preocupações e os desafios que estão a enfrentar no seu dia-a-dia. Os contextos laborais mudam, por exemplo, a natureza do dia de trabalho mudou muito com o trabalho à distância, o que traz novas questões sobre os relacionamentos, a ansiedade, a gestão das expetativas e a execução de tarefas. Também é indiscutível que uma força de trabalho feliz é mais motivada e produtiva”.

Quando questionados sobre o nível de responsabilidade que as organizações devem ter nas diferentes fases da optimização do bem-estar e saúde mental dos seus colaboradores, 58% dos inquiridos afirma que a responsabilidade deve ser partilhada e 29% atribui maior responsabilidade à organização face ao colaborador. Apenas 4% considera que a organização não tem qualquer responsabilidade.

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