Santa Maria da Feira: A nutrição que se faz à mesa e se aprende na escola 614

A campainha toca e o refeitório enche-se de ruído: tabuleiros a deslizar, filas que avançam, conversas que se atropelam. Para quem olha de fora, é “só” mais um almoço escolar. Para a equipa de nutrição da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira (CMSMF), é o momento-chave de um sistema que envolve planeamento, acompanhamento no terreno, educação alimentar e sustentabilidade. No centro desta engrenagem estão as três nutricionistas da Unidade de Administração e Gestão Escolar, integrada na Divisão de Educação.

Em 2025, este trabalho teve a escala de um município que ultrapassa os 140 mil habitantes: foram fornecidas cerca de 1,3 milhões de refeições escolares e distribuídas 315 mil peças de fruta e 551 mil produtos lácteos (leite, queijos e iogurtes). Por trás dos números, há acompanhamento técnico, formação de equipas, ferramentas pedagógicas, como o Caderno da Nutrição, e programas municipais que cruzam saúde, educação e ambiente, como o Prato Sustentável, em parceria com a ProVeg Portugal. Em Santa Maria da Feira, a nutrição não é um detalhe logístico: é uma política pública de futuro.

O eixo do desenvolvimento educativo e social

Beatriz Silva, vereadora do Pelouro da Educação e Juventude da CMSMF, coloca a nutrição no centro do projeto educativo do concelho. “Atribuo uma importância muito significativa ao trabalho dos nutricionistas”, salienta, confirmando que estes profissionais “desempenham um papel fundamental na promoção da saúde, do bem-estar e do sucesso educativo, particularmente junto das crianças e jovens”.

Programa Municipal de Alimentação Saudável, Consciente e Sustentável, desenvolvido no âmbito da Cidade Criativa da UNESCO na área da Gastronomia.

Para a autarca, a relação entre alimentação e aprendizagem é direta. “O desenvolvimento físico e cognitivo depende em grande medida de uma alimentação equilibrada”, assinala, certa de que esta “promove um aumento da capacidade de concentração desde a infância”. É esse argumento – o impacto no presente e a prevenção no futuro – que sustenta uma estratégia municipal continuada. “Temos vindo a desenvolver um trabalho contínuo de promoção de políticas que integrem a nutrição como um eixo essencial do desenvolvimento educativo e social do nosso concelho”, distingue.

Na prática, a intervenção começa na escola e estende-se a todos os feirenses. A estratégia passa por promover hábitos alimentares mais equilibrados, reforçar a literacia alimentar e aproximar práticas saudáveis do quotidiano dos munícipes. O objetivo, sintetiza Beatriz Silva, é claro: “Estas iniciativas contribuem para um estilo de vida mais saudável, maior qualidade de vida e para a construção de uma comunidade mais informada e consciente quanto às escolhas alimentares”.

Quando a nutrição entrou nas cantinas

A história desta aposta tem um marco incontornável. Clara Silva, nutricionista com mais anos ao serviço da CMSMF, recorda como tudo começou: “Entrei em 2002 e a minha principal função passou pelo acompanhamento da gestão das cantinas escolares, onde a educação alimentar assumiu também um papel importante”.

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Logo nesse primeiro ano, uma tarefa ajudou a definir o caminho: capacitar quem cozinha. “Dos momentos mais marcantes, destaco a formação de todas as cozinheiras afetas às cantinas escolares municipais”, relata. Posteriormente, a intervenção ganhou estrutura administrativa e contratual: “Dediquei-me à elaboração do caderno de encargos para adjudicação das sete cantinas municipais a uma empresa de restauração coletiva, que ocorreu em 2003”.

O desafio foi ganhando escala: garantir condições para que as refeições chegassem a todos. “A partir de 2005, destaco a implementação do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares, onde houve a necessidade de equipar todas as escolas com refeitórios, o que foi, sem dúvida, um grande desafio”, revive. Nos anos seguintes, o trabalho alargou-se a novas frentes de atuação. “Em 2009, teve lugar a adesão ao Regime Escolar no 1.º ciclo do ensino básico e, em 2018, o alargamento ao pré-escolar, com distribuição bissemanal de frutas e produtos hortícolas”, pormenoriza.

Pelo meio, nasceram projetos com ambição pedagógica e preventiva, como o HIPPO – Hábitos Inteligentes para a Prevenção da Obesidade, dinamizado em 2015. “Este projeto-piloto venceu, em 2014, o concurso de ideias ‘Inova!’, na categoria INOVA Social, destinada a equipas do 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, com a criação da etiqueta calórica. Para aplicação do projeto nas escolas, foi desenvolvido um dossiê lúdico-pedagógico, o HIPPOFÓLIO, que foi implementado nas turmas do 3.º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas de Argoncilhe, com sessões para pais e formação para docentes e alunos”, expõe.

Beatriz Silva: “Atribuo uma importância muito significativa ao trabalho dos nutricionistas”

Descentralização e reforço

Depois de uma fase de consolidação, abriu-se um novo ciclo na resposta municipal. “Em 2022, teve lugar a descentralização e transferência de competências, entre as quais o fornecimento de refeições escolares, desde o 2.º ciclo do ensino básico até ao secundário, e a distribuição do leite escolar, que passou a ser da responsabilidade do município”, refere Clara Silva. Este processo ajuda a explicar o reforço da equipa e a reorganização de rotinas. Atualmente, a CMSMF conta com três nutricionistas na Divisão de Educação, na Unidade de Administração e Gestão Escolar, a atuar essencialmente na área da alimentação em meio escolar. “A última contratação teve lugar em 2023”, precisa.

O efeito do reforço faz-se sentir na forma como a equipa responde ao imprevisto e planeia a médio prazo. A nutricionista considera que o crescimento “permite uma atuação mais proativa e menos reativa, melhorando a resposta efetiva aos desafios emergentes”, e descreve o grupo como “uma equipa dinâmica e resiliente, movida pela vontade de promover uma melhoria efetiva e sustentada dos hábitos alimentares dos alunos”. Na sua leitura, uma das principais forças do trio está na “complementaridade de perfis e competências profissionais”, aliada a um “efetivo espírito de cooperação e interajuda”, que tem permitido afirmar a equipa pelo “rigor técnico”, pela “proximidade à comunidade escolar” e pela “procura contínua de abordagens inovadoras”.

A equipa cresceu, mas a resposta continua curta para a exigência do serviço. “O número ainda é insuficiente, tendo em conta que temos uma rede escolar muito densa e uma extensão territorial muito alargada”, observa. Para Clara Silva, a integração de mais nutricionistas “contribuirá para melhorar o funcionamento e a atuação da área da nutrição no município” e, por consequência, “permitirá que alguns projetos, até agora adiados, sejam finalmente colocados em prática”.

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O trabalho invisível: ementas, auditorias, relatórios e inclusão

Para quem está no terreno, a nutrição municipal é um equilíbrio permanente entre rigor técnico e capacidade de resposta. Mafalda Amorim Carvalho, que ingressou na CMSMF em junho de 2023, enquadra as funções na Unidade de Administração e Gestão Escolar como uma espécie de ‘coluna vertebral’ do serviço. Estas “passam sobretudo pela garantia da qualidade, segurança e adequação nutricional das refeições escolares, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário”, explana.

O trabalho envolve decisões estruturantes e tarefas quotidianas. A nutricionista aponta a colaboração na elaboração dos cadernos de encargos e protocolos de fornecimento de refeições, a avaliação e validação das ementas escolares e o acompanhamento regular dos serviços através de visitas técnicas, auditorias e relatórios. A par disso, há uma área cada vez mais sensível: a gestão das restrições alimentares. Somam-se ainda o acompanhamento do Regime Escolar, a análise de indicadores de qualidade e satisfação do serviço, a capacitação das assistentes operacionais afetas aos refeitórios escolares não adjudicados e os projetos de educação alimentar, num conjunto de funções que visam “a melhoria contínua do serviço de alimentação escolar no município”.

Este volume de responsabilidades tem custos na agenda. “No dia a dia, uma das maiores dificuldades é conciliar a exigência técnica com o volume de tarefas, que vão desde o acompanhamento no terreno até à gestão administrativa”, admite. E resume a rotina com clareza: “Muitas vezes, é preciso lidar com várias situações em simultâneo, garantindo que tudo corre bem”.

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A motivação, porém, nasce da diferença concreta na vida das crianças. “O que mais motiva é ver o impacto do nosso trabalho na alimentação e bem-estar dos alunos”, partilha Mafalda Amorim Carvalho. “Mais do que fornecer alimentos”, sublinha, o nutricionista municipal “educa para escolhas alimentares saudáveis, conscientes e sustentáveis, sensibiliza a comunidade escolar e promove hábitos que podem acompanhar os alunos ao longo da vida”.

É também nos detalhes do quotidiano que reconhece o reflexo direto: “Uma criança que passa a gostar de frutas e legumes, um aluno que se sente incluído porque a sua restrição alimentar é respeitada, uma escola que consegue melhorar a qualidade do seu serviço de refeições”. “Cada intervenção, cada acompanhamento técnico e cada sessão de capacitação tem o objetivo de transformar a alimentação em algo positivo e acessível para todos, e isso torna o nosso trabalho extremamente gratificante”, realça.

Onde a diferença acontece: educação, prevenção e novos sabores

Quando a CMSMF avalia o impacto da nutrição, a palavra ‘comunidade’ aparece sempre antes do ‘prato’. Beatriz Silva identifica várias frentes onde a intervenção tem sido decisiva. Nas escolas, desde logo, através da “educação alimentar e literacia nutricional”, num trabalho que passa por “promover hábitos alimentares equilibrados desde a infância e capacitar os jovens e os seus encarregados de educação, quer na escolha de opções mais saudáveis para as refeições feitas em casa, quer na escolha dos lanches que os alunos trazem para a escola”.

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A autarca entende que a “promoção da saúde pública e prevenção de doenças crónicas” é outra das áreas onde a intervenção dos nutricionistas tem feito a diferença junto da comunidade, através de “ações de sensibilização e aconselhamento que podem ajudar a prevenir e a reduzir o risco de obesidade, diabetes e outras patologias associadas à alimentação”. No quotidiano, o foco recai também na qualidade do serviço. A intervenção passa pelo “apoio à alimentação escolar, coadjuvando na definição de ementas mais saudáveis”, pela “monitorização da qualidade nutricional das refeições” e pelo “acompanhamento presencial das preparações e provas que fazemos diariamente nas escolas”.

Há ainda um território menos óbvio e muito relevante: formar o paladar e alargar o repertório alimentar. Beatriz Silva nota que os nutricionistas têm contribuído para “a promoção e introdução de novas opções alimentares”, incentivando “a oferta variada de fontes de proteínas e hidratos de carbono”. O efeito, comenta, é cultural e educativo: “Permite à comunidade escolar ampliar o leque de sabores e experiências nutricionais, muitas vezes para além daquilo que experimentam no contexto familiar, e desenvolver o seu paladar para alimentos mais saudáveis e diversificados”. “Ao apresentar ingredientes e combinações que eram desconhecidos ou pouco consumidos”, estes profissionais “contribuem para estimular hábitos alimentares mais equilibrados, aumentar a aceitação de alimentos nutritivos e reforçar a educação alimentar na escola”, enaltece.

Um programa municipal com assinatura

Soraia Gomes Rodrigues revela que, além da gestão do programa de refeições e do Regime Escolar, a equipa de nutrição da Divisão de Educação presta apoio técnico a outras divisões do município, “através do desenvolvimento de programas, workshops e sessões de educação alimentar”, com o objetivo de “capacitar a população e promover hábitos alimentares mais saudáveis”.

O município conta com três nutricionistas: Soraia Gomes Rodrigues, Mafalda Amorim Carvalho e Clara Silva.

Em 2024, a aposta ganhou uma marca própria com o Programa Municipal de Alimentação Saudável, Consciente e Sustentável, desenvolvido no âmbito da estratégia de educação alimentar e nutricional de Santa Maria da Feira enquanto Cidade Criativa da UNESCO na área da Gastronomia. Sendo um dos “projetos mais emblemáticos” implementados e apoiados pela Divisão de Educação, “resulta de um diagnóstico prévio dos hábitos alimentares e do estado nutricional dos alunos do concelho, permitindo identificar necessidades e definir uma intervenção estruturada e ajustada à realidade local”, indica a nutricionista que assumiu funções na CMSMF em junho de 2022.

Com base nesse diagnóstico, desenhou-se uma intervenção. “Foi implementado um programa de literacia alimentar dirigido desde a infância”, que visa “educar e capacitar os alunos para escolhas alimentares equilibradas”, promovendo “o conhecimento sobre nutrição, a origem e a segurança dos alimentos, bem como a importância da sustentabilidade alimentar”.

O programa abrange as turmas do pré-escolar e inclui diversas atividades, tais como sessões educativas, formações, workshops e atividades práticas, dirigidas “não só às crianças, mas também à comunidade educativa e aos encarregados de educação”, que “são envolvidos ativamente para reforçar a adoção de práticas alimentares saudáveis e sustentáveis no contexto familiar”. Como ‘fio condutor’ pedagógico, foi desenvolvido o Caderno da Nutrição, entregue a todas as crianças participantes. “Em formato lúdico, semelhante a uma caderneta de cromos”, explica Soraia Gomes Rodrigues, este recurso “incentiva a adoção de hábitos alimentares saudáveis, nomeadamente o aumento do consumo de fruta, hortícolas, água e a escolha de lanches mais equilibrados”.

Food 4 Thought: “A revolução começa em ti”

A ação ganhou ainda escala ambiental. Clara Silva menciona que, em 2025, “promoveu-se a expansão do Programa Municipal Prato Sustentável a todas as escolas do concelho, em parceria com a ProVeg Portugal, tendo sido dinamizadas várias atividades, incluindo workshops para alunos, sessões de esclarecimento para encarregados de educação e uma formação prática de cozinha que envolveu 28 cozinheiras”. A mesma linha de trabalho foi apresentada em abril de 2025 na conferência internacional Food 4 Thought, integrada no programa ‘Santa Maria da Feira, Cidade Criativa da Gastronomia UNESCO’. Este projeto viria a receber uma menção honrosa nos Prémios Nacionais de Educação, na categoria Ambiente e Sustentabilidade.

Formação e alianças

A consistência do serviço de refeições escolares depende do que acontece no prato, mas também do que acontece antes do prato. Soraia Gomes Rodrigues assume a formação contínua dos colaboradores como uma “aposta estratégica”. Por isso, a Divisão de Educação promove e incentiva a participação em ações de formação nas áreas da higiene e segurança alimentar, das restrições alimentares e da educação alimentar, procurando alinhar conteúdos com “as necessidades identificadas no terreno, os desafios emergentes da comunidade educativa e os objetivos estratégicos do Município”.

Clara Silva acrescenta um exemplo prático dessa aposta: ações de formação dirigidas a assistentes operacionais que acompanham a hora de almoço, promovidas em parceria com a Uniself, com o objetivo de “aumentar a literacia alimentar”. A mesma parceria está por trás do ciclo Escola em Ação, com sessões online dirigidas a encarregados de educação para reforçar conhecimento e atitudes no contexto familiar.

Em Santa Maria da Feira, a nutrição não é um detalhe logístico: é uma política pública de futuro.

Entre as colaborações externas, Soraia Gomes Rodrigues destaca a ligação à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP). Ao abrigo desta parceria, são dinamizadas anualmente sessões de educação alimentar para crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo, conduzidas por alunos do 4.º ano da licenciatura em Ciências da Nutrição. A iniciativa tem um efeito duplo: permite aos estudantes intervir em contexto real e reforça, ao mesmo tempo, a presença da literacia alimentar nas escolas do concelho, numa lógica de “benefício mútuo entre a comunidade educativa e o meio académico”.

A ligação à formação de futuros profissionais não se esgota aqui. Ao longo do seu percurso na autarquia, Clara Silva acompanhou já oito estagiários, num número que varia consoante “as necessidades do serviço e os pedidos rececionados”. Neste momento, “temos connosco uma estagiária à Ordem dos Nutricionistas (ON), que se tem traduzido numa mais-valia preciosa”, confessa.

O futuro: mais áreas, mais impacto

Ao fazer um balanço “bastante positivo” destes quase 25 anos ao serviço da CMSMF, Clara Silva olha para o futuro com a ambição de crescer em capacidade e em territórios de intervenção. Lembra que a equipa já é solicitada por “diferentes divisões municipais, tais como o Turismo, a Ação Social e a Juventude”, o que prova que “existem muitos outros domínios e setores que podem beneficiar de forma clara e significativa do nosso contributo”. Como tal, “alargar o espetro de atuação do nutricionista no Município poderá ser um caminho”. Este alargamento de funções exige um perfil profissional cada vez mais versátil: “O trabalho numa autarquia tem de ser cada vez mais interdisciplinar e obriga-nos a ter conhecimentos em áreas muito distintas”, particularmente a comunicação, a liderança e a gestão.

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A interveniente considera que “promover o aumento da literacia em alimentação e nutrição é uma das maiores preocupações” para os nutricionistas que trabalham nas autarquias. Como “grande desafio”, destaca “a imprevisibilidade das solicitações”, o que “dificulta a organização e a execução consistente das atividades planeadas e exige ajustes frequentes do planeamento”. Do lado das oportunidades, vê-se um tempo favorável à profissão: “A atribuição progressiva de novas competências aos municípios nos domínios da educação e saúde, associada à facilidade com que a nossa atuação chega a um grande número de pessoas, propicia as condições ideais para uma intervenção diversificada e eficaz”.

No fecho, Clara Silva deixa uma mensagem que funciona como convite aos nutricionistas. “É muito gratificante ver cada vez mais colegas a integrarem as autarquias”, afirma, desafiando os mais jovens a “agarrarem a oportunidade que a descentralização de competências oferece aos municípios”. E fecha com a ideia que resume a visão da CMSMF: “A nutrição tem um papel estratégico na gestão pública, e os profissionais de nutrição contribuem de forma decisiva para a promoção de políticas que garantam saúde, equidade e sustentabilidade, ajudando a construir um futuro melhor para toda a comunidade”.

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Ficha Técnica

Nutricionistas da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

Divisão de Educação – Unidade de Administração e Gestão Escolar

  • Clara Silva, CP 0616N
  • Mafalda Amorim Carvalho, CP 1830N
  • Soraia Gomes Rodrigues, CP 4680N

Morada

  • Praça da República, 4520-174 Santa Maria da Feira

Literacia: “Os nutricionistas têm um trabalho fundamental a fazer nesta área”

Telefone

  • 256 370 888

E-mail

Website

  • www.cm-feira.pt

 

Créditos das fotografias: Município de Santa Maria da Feira